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GreNal #ElesPorElas convocou torcedores a combater violência contra as mulheres

28/12/2017 - 11h12min

A dupla GreNal entrou unida em campo neste domingo (22) no estádio Beira-Rio para o jogo denominado #ElesPorElas. A iniciativa, da Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher, da Assembleia Legislativa, teve como objetivo convocar torcedores e torcedoras a fazerem adesão ao movimento mundial da ONU Mulheres no combate a desigualdade de gênero e fim da violência contra mulheres e meninas.
Antes do jogo, equipes da Frente Parlamentar percorreram o Caminho do Gol e distribuíram aos torcedores o Cartão Vermelho símbolo da campanha pelo fim da violência contra as mulheres. Dentro do estádio, foi apresentada uma faixa com os dizeres: No RS homem de verdade não bate em mulher. O deputado Edegar Pretto ainda contou com o apoio do humorista Guri de Uruguaiana para conversar com torcedores e divulgar a campanha. “Mais uma vez mostramos diante de torcedores gremistas e colorados que todos têm responsabilidade com fim da cultura machista”, observo o parlamentar.
Ao longo de toda a semana passada foram divulgadas na internet imagens dos jogadores do Grêmio e do Inter declarando apoio ao movimento mundial ElesPorElas. Este já o quinto GreNal que ocorre com apoio dos clubes, atletas e Federação Gaúcha de Futebol, levando ao estádio a bandeira do fim da violência contra mulheres e meninas.
Edegar Pretto, que é o coordenador da Frente Parlamentar e integrante do Comitê Brasileiro ElesPorElas, diz que o apoio dos dois maiores clubes gaúchos reitera a importância de levar o debate aos lugares frequentados majoritariamente pelo público masculino, como estádios de futebol. “É com homens que precisamos conversar”, resume.
Nos últimos quatro anos no RS, 268 mulheres foram assassinadas, sendo que a maioria por maridos, namorados, companheiros ou ex. Até a metade deste ano, já ocorreram 40 feminicídios no estado. Embora a promoção de políticas e campanhas tenham reduzido em 35% o número de crimes contra mulheres entre 2012 e 2014, o índice ainda é considerado absurdo, afirma Pretto.


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