Em entrevista ao Sul21, Edegar Pretto destaca diálogo com campo progressista

Nesta última quinta (28), o pré-candidato a governador do Rio Grande, Edegar Pretto, concedeu entrevista ao De Quinta, podcast de debates do Sul21, apresentado por Luís Eduardo Gomes e Felipe Prestes. A pauta principal do programa foi o atual cenário eleitoral no estado.

Na oportunidade, Edegar Pretto afirmou ainda estar discutindo a ampliação de alianças para a Federação Brasil da Esperança (FE Brasil) – formada por PT, PCdoB e PV. Também tratou da entrada do ex-governador Olívio Dutra na disputa para o Senado e dos desafios das candidaturas progressistas para chegar ao segundo turno.

Conforme Edegar Pretto, o PT segue em conversas com aliados para ampliar a frente de partidos até a convenção da Federação, marcada para o próximo domingo, dia 31. “Não faltará todo o empenho necessário na reta final, nesses últimos dias em que se avizinha a nossa convenção, para conversas, diálogos e tratativas com os partidos do nosso campo progressista. Continuo dialogando com o PSB, que tem um pré-candidato que é o Beto Albuquerque. Nossa direção partidária, através do presidente Paulo Pimenta, também mantém diálogo permanente com a direção do PSB”.

Pretto também destacou o diálogo com o PSOL. Disse que já se encontrou diversas vezes com Pedro Ruas. “Quero que nós estejamos unidos, já caminhando juntos no primeiro turno”. Diante do cenário atual, Edegar Pretto afirma ainda não saber o tamanho da frente que será constituída até a convenção. “Se não for no primeiro turno, nós estaremos juntos no segundo turno”, afirmou.

Edegar também avalia que a entrada de Olívio Dutra fortalece a chapa da Federação e abre possibilidades para a ampliação das alianças com a proposta de, caso eleito, fazer um mandato coletivo no Senado, em que os suplentes a serem indicados compartilhariam o mandato com o ex-governador.

Na entrevista, Edegar Pretto explicou como Olívio aceitou participar da chapa. “Conversei com ele, coloquei como estava toda a negociação e ouvi os conselhos dele. Eu disse que o Lula tinha expressado que era para a gente consultar o Tarso e o Olívio. Falei isso a ele, o mestre Olívio deu uma passada de mão no bigode e disse: ‘Edegar, e se nós fizéssemos um mandato coletivo? Tenho disposição para contribuir mais um pouco com o nosso partido e, principalmente, com esse momento que vive a política nacional, ajudar o presidente Lula’. De lá para cá, fomos buscando o diálogo. A presidenta Dilma Rousseff bateu palmas e o ex-governador Tarso Genro disse que ia ajudar a mobilizar e organizar”, relatou Edegar.

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