Edegar em entrevista para a Rádio Sarandi: “estarei no 2° turno”
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Edegar Pretto participou na noite desta sexta-feira (9) de mais um debate entre os candidatos a governador do Rio Grande do Sul, desta vez, promovido pela TV Pampa de Porto Alegre. O líder petista, que representa a coligação Frente da Esperança (PT, PCdoB, PV, PSOL e Rede), expôs suas ideias e propostas para o estado, em áreas como saúde, educação, agricultura e economia.
O programa teve cinco rodadas de confrontos, onde todos perguntaram e responderam, e foi mediado pelo apresentador Paulo Sérgio Pinto. Nas considerações iniciais, Edegar afirmou que é o candidato de Lula no estado e repudiou a ausência de Eduardo Leite (PSDB) e Onyx Lorenzoni (PL), que não têm participado dos últimos debates. “Eles estão, certamente, querendo fugir das suas responsabilidades. Eu quero que vocês, telespectadores, prestem atenção nas propostas que eu e o presidente Lula temos para mudar o Rio Grande e o Brasil”.
Edegar destacou que os governos estadual e federal precisam agir como parceiros dos setores produtivos, bem como o seu compromisso de colocar a estrutura do Estado a serviço do desenvolvimento. Para isso, por exemplo, ressaltou que na sua gestão o Banrisul continuará público. “Os pequenos negócios vão ter créditos subsidiados com juro baixo, para que possam gerar mais emprego e oportunidades.”
Na área da educação, Edegar adiantou que os professores e servidores de escolas, que estão há sete anos sem reposição salarial, serão valorizados para voltarem a trabalhar com autoestima. “No meu governo, faremos um pesado investimento na infraestrutura das escolas, para que sejam acolhedoras e preparem as crianças e jovens para a vida, para entrarem na universidade. Ao lado de Lula, vamos construir com os municípios um potente programa de creches, para que as mães possam deixar seus filhos, buscar oportunidades e independência econômica”.
Outro tema levado ao debate foi a dívida do Estado com a União. Edegar relatou que já conversou com Lula sobre a pauta e que o ex-presidente se comprometeu a conversar, em 2023, com todos os governadores eleitos. “Esse regime engessou o estado e o obriga a pedir autorização, para um conselho nacional, para poder aplicar recursos. Nós vamos trabalhar para rever isso, já que o governador que renunciou nos colocou nessa posição delicada”.
Combate à fome e apoio à agricultura
Sobre a situação dos agricultores no estado, o líder petista lamentou que Bolsonaro e Leite tenham agido com descaso diante da pior estiagem dos últimos 70 anos. “É a primeira vez que um presidente e um governador viraram as costas para esse setor que representa 40% do nosso PIB. É por isso que tem diminuído a área plantada com comida, além da produção de leite. E quando as pessoas vão ao mercado, elas conseguem comprar cada vez menos, pelo alto preço dos alimentos. Eu e o presidente Lula temos o compromisso de mudar essa realidade”.
Edegar acrescentou que, no governo Bolsonaro, o país voltou ao mapa da fome, atingindo 33 milhões de brasileiros e 1,2 milhão de gaúchos. Para ele, o Estado precisa apoiar os trabalhadores da agricultura para que possam produzir mais e, assim, aumentar a oferta e baixar o preço dos produtos no supermercado.
Ao final do debate, Edegar convidou a população para participar, no dia 16 de setembro, às 17 horas, do grande ato com Lula no Largo Glênio Peres, no Centro de Porto Alegre.
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