Ouvi com atenção a entrevista do presidente Edinho na Rádio Gaúcha e não temos divergências de que a prioridade deste momento é a reeleição do presidente Lula.
Nesse momento, esse projeto é importantíssimo para a democracia, para o Brasil, para a América Latina e para o mundo.
Como tenho dito, minha candidatura é uma construção democrática, coletiva, definida por unanimidade pelo PT e conta com o apoio de outros cinco partidos do campo democrático que estão alinhados com a nossa tática (PSB, PSOL, PCdoB, PV e Rede Sustentabilidade).
No Rio Grande do Sul, entendemos que o melhor para o presidente Lula é uma candidatura 100% conectada ao projeto nacional no estado.
Na entrevista, ficou claro que o presidente Edinho não está trabalhando com a ideia de uma intervenção, mas sim no sentido do convencimento. Também vamos trabalhar no mesmo sentido aqui no Rio Grande do Sul.
A eleição do Rio Grande do Sul não pode ser menosprezada no contexto nacional. A ausência de uma candidatura que confronte o fascismo aqui no estado e defenda completamente o Governo Federal pode ser muito prejudicial para a reeleição do presidente Lula em uma eleição extremamente polarizada e que tende a ser muito disputada.
Seguimos acreditando no diálogo e na democracia.




