AVISO DE PAUTA: Caravana Levanta Rio Grande mobiliza região da Zona da Produção
A Caravana Levanta Rio Grande, iniciativa que vai percorrer 27 regiões do estado para reunir contribuições ao programa de governo do pré-candidato...

O aumento da extrema pobreza é uma triste realidade no Brasil e no Rio Grande do Sul. Durante as gestões do PT, o Brasil saiu do mapa da fome e combateu a miséria com uma ampla rede de políticas públicas integradas. Na gestão do ex-governador Tarso Genro essa realidade não foi diferente.
Em junho de 2011, o governo Tarso Genro lançou o programa RS Mais Igual para combater a pobreza extrema no estado. Foi montada uma grande força tarefa entre todas as secretarias. Além disso, o programa estadual distribuía renda ao complementar valores do programa Bolsa Família. Naquele momento, cerca de 300 mil gaúchos estavam na extrema pobreza.
Hoje, em junho de 2022, 1,2 milhão de gaúchos e gaúchas estão na extrema pobreza e passam fome. Somente nos governos Sartori e Leite, o número de pessoas na miséria aumentou quatro vezes. O Brasil e o RS entraram no mapa da fome novamente. As panelas vazias voltaram a ser realidade para 33 milhões de brasileiros que não têm o que comer diariamente. Um fenômeno que não era visto desde a década de 1990.
O desemprego, o preço alto dos alimentos e do gás de cozinha contribuíram decisivamente para o atual cenário. O governo Bolsonaro também nada fez para mudar essa realidade. Hoje, somente na região sul do Brasil, duas em cada dez famílias passam fome.
Gerar oportunidades e combater as desigualdades sociais são eixos do Plano de Governo do pré-candidato a governador Edegar Pretto e os seus critérios estão sendo debatidos com a sociedade gaúcha. De acordo com a diretriz, é preciso enfrentar a pobreza com políticas de desenvolvimento e proteção social, segurança alimentar e nutricional, “fortalecimento e promoção das políticas de transferência de renda, apoio à agricultura familiar e à economia solidária na produção e comercialização de alimentos saudáveis e acessíveis a todos e todas”.
Edegar destaca, ainda, que tem muita gente passando fome. Além de comida, também precisam de oportunidades, de educação, de uma vida digna e de cultura”, dentre outros direitos. Para Edegar, num estado com a vocação agrícola do RS, não é possível aceitar que pais e mães durmam sem saber se poderão alimentar seus filhos no outro dia.
Veja o vídeo ‘Museu das Panelas’ clicando AQUI.
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