Edegar Pretto é recebido na Federasul para dialogar futuro projeto de governo
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A dor e a vergonha da fome assola a vida de milhares de gaúchos e gaúchas, correspondendo a 14% das famílias vivendo em insegurança alimentar, ou seja, homens, mulheres, crianças, jovens e idosos passam fome no Rio Grande do Sul.
Nosso estado é o que possui o maior percentual de lares que enfrentam a fome, o que quer dizer “sentir fome e não comer por falta de dinheiro para comprar alimentos, fazer apenas uma refeição ao dia ou ficar o dia inteiro sem comer.”
Conforme reportagem do site GZH, o estado do Rio Grande do Sul “lidera nesse quesito com certa folga em relação aos vizinhos. Paraná tem 8,6% dos lares em situação de insegurança alimentar grave. Já Santa Catarina apresenta 4,6% neste indicador.”
As propagandas do governador que renunciou ao seu estado em um dos momentos mais críticos de estiagem e de fome, não correspondem absolutamente em nada a realidade do nosso Rio Grande.
Edegar Pretto tem reafirmado em todas as entrevistas que uma das primeiras ações de seu governo será uma grande força tarefa para o combate à fome e à pobreza, investindo a partir de um fundo de R$ 1,3 bilhão em ações emergenciais de acesso à alimentação, fortalecimento de uma política de renda e garantia de acesso aos serviços públicos de qualidade.
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