Fim dos pedágios da Ecosul marca ‘virada histórica’ para o Sul do RS, afirma Edegar Pretto

Em um momento considerado de “virada histórica” para a Região Sul do Rio Grande do Sul, o fim do contrato com a concessionária Ecosul à meia-noite de 4 de março de 2026 está sendo celebrado como o encerramento do “pior pedágio do país”, conforme destaca o pré-candidato ao Governo do RS, Edegar Pretto. A medida, impulsionada pela decisão do Governo Federal de não prorrogar o contrato, abre caminho para um novo modelo de gestão das rodovias, prometendo tarifas mais justas e maior transparência aos usuários.

A partir desta quarta-feira (04.03), as cancelas das praças de pedágio de Cristal e das outras quatro unidades administradas pela Ecosul foram levantadas, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assumirá temporariamente a gestão das rodovias até a realização de um novo processo licitatório.

“O povo gaúcho não quer mais pedágio caro e serviço incompatível com o preço que paga. A decisão do Governo do presidente Lula de não prorrogar esse contrato foi a correta, garantindo que possamos construir um novo modelo com tarifa mais justa, mais transparência e, fundamentalmente, mais retorno para quem paga a conta”, afirma Edegar Pretto, enfatizando o compromisso com a população gaúcha.

Além do fim da Ecosul, Pretto ressalta outra vitória significativa para a sociedade gaúcha, vinda diretamente da Assembleia Legislativa. A forte mobilização popular, aliada à atuação firme da bancada do Partido dos Trabalhadores e aos desdobramentos da CPI dos Pedágios, resultou na suspensão do edital para novos pedágios que o governador Eduardo Leite pretendia implementar no Vale do Taquari, Planalto Médio e na Região Norte do Estado.

“O Rio Grande do Sul rejeita o modelo de pedágio proposto pelo governo Leite, que se assemelha muito a experiências passadas, como a do governo Britto, as quais se mostraram insustentáveis para o bolso do cidadão”, destaca Edegar. “Nós precisamos e vamos lutar por um modelo economicamente justo, que realmente valha a pena para os usuários e que reflita o investimento em infraestrutura de qualidade.”

A expectativa é que o debate sobre os futuros modelos de concessão rodoviária ganhe ainda mais força, com foco na participação social e na garantia de que os interesses dos usuários sejam prioritários na formulação das novas políticas.

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