AVISO DE PAUTA: Caravana Levanta Rio Grande mobiliza região da Zona da Produção
A Caravana Levanta Rio Grande, iniciativa que vai percorrer 27 regiões do estado para reunir contribuições ao programa de governo do pré-candidato...

Pesquisa do Ibope encomendada pelo Greenpeace aponta que 81% dos entrevistados consideram que a quantidade de agrotóxicos aplicados nas lavouras é “alta” ou “muito alta”. Esta percepção reforça uma luta intensificada no Rio Grande do Sul por instituições, em conjunto com movimentos sociais e ambientais, em defesa da vida e do direito dos consumidores em terem alimentos saudáveis em suas mesas.
A produção de orgânicos vem crescendo a cada ano no Brasil, e a agricultura familiar e assentamentos da reforma agrária têm papel expressivo no processo de atender a demanda por comida limpa. Isto serve de reflexão e alerta a respeito do uso indiscriminado de agrotóxicos em nossas lavouras. No país, o uso de agrotóxicos cresceu 700% nos últimos 40 anos, enquanto a área agrícola produtiva aumentou apenas 78% no período. Somos os maiores consumidores de agrotóxicos do mundo. A quantidade usada nas lavouras brasileiras equivale a 7,3 litros de agrotóxicos por ano para cada habitante. Aqui no RS a média equivale a 8,3 litros de veneno por ano para cada gaúcho. Química que contamina alimentos, o solo e mananciais de água, e com impactos muitas vezes irreversíveis na saúde, como câncer e outras doenças.
Além da ação mais efetiva do poder público, é urgente a adoção de medidas de fiscalização e de novas legislações. Do conjunto de iniciativas que propusemos na Assembleia Legislativa para reforçar ações de proteção ao consumidor destaco o PL 44 /2015, para tornar obrigatória a rotulagem de produtos e informar se os alimentos tiveram contato com qualquer tipo de veneno em sua produção. E ainda o PL 263/2014, que proíbe a pulverização aérea em nosso estado. Está provado que a disseminação do veneno empregado por aviões não se restringe ao local sobrevoado, espalhando-se por outras lavouras e chegando diretamente à população.
Precisamos somar esforços para um novo modelo agrícola que preserve o ambiente e garanta aos agricultores a permanência no campo, com trabalho, renda e novas técnicas de produção para que não morram antes do tempo. Estamos certos de que a vida está acima de tudo.
Edegar Pretto
deputado estadual e coordenador da Frente Parlamentar Gaúcha em Defesa da Alimentação Saudável
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